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TISS: o que é, como funciona e quais são as guias do padrão ANS

Autor: Redator Sankhya

Publicação:

out 27, 2026

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16 min

TISS: o que é, como funciona e quais são as guias do padrão ANS

Profissional da saúde utilizando sistemas digitais para gestão e troca de informações médicas relacionadas à TISS.

O padrão TISS (Troca de Informação de Saúde Suplementar) é o padrão de comunicação que organiza a troca eletrônica de dados entre prestadores e operadoras. Ele substitui modelos proprietários por uma estrutura unificada que disciplina autorizações, faturamento e auditoria de contas médicas em todo o país.

Em hospitais, clínicas e laboratórios, a divergência de cadastro, a guia mal preenchida e o atraso na validação da autorização nascem em etapas diferentes do atendimento e do faturamento que o padrão TISS organiza, e chegam juntos à operadora. Como consequência, volta como rejeição ou glosa, e o efeito chega ao fluxo de caixa do mês seguinte.

Neste guia completo, você entenderá o funcionamento do padrão TISS, seus componentes, a diferença em relação à TUSS, o papel dos arquivos XML e as práticas recomendadas para reduzir glosas e integrar o faturamento ao back-office financeiro da sua instituição.

Principais destaques

  • O TISS é a norma da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) que padroniza a troca eletrônica de dados entre prestadores de serviços de saúde e operadoras de planos de saúde no Brasil.
  • A diferenciação entre TISS e TUSS é fundamental, pois o TISS estabelece o modelo de comunicação enquanto a TUSS define a codificação dos procedimentos.
  • A auditoria prévia dos arquivos XML TISS evita inconsistências cadastrais e diminui a incidência de glosas médicas antes do envio às operadoras.
  • No ERP Sankhya, o faturamento por convênio vira posição financeira, com a glosa classificada por motivo e o reflexo no caixa visível antes do fechamento.

Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui a orientação do responsável pelo faturamento, pela auditoria de contas ou pelo jurídico da instituição. Versões, prazos de implantação e regras de troca mudam por decisão da ANS, e a fonte oficial é sempre a página do padrão TISS na agência.

O que é TISS?

O TISS é o padrão para Troca de Informação de Saúde Suplementar, regulamentado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para unificar a linguagem de comunicação entre prestadores de saúde e operadoras de planos. A norma estabelece um modelo digital padronizado que abrange desde a solicitação de procedimentos até o envio do faturamento hospitalar e o recebimento das contas médicas.

O que significa a sigla TISS?

TISS significa Troca de Informação de Saúde Suplementar. O termo designa todo o conjunto de regras, formatos de arquivo, tabelas de domínio e protocolos de segurança definidos pela ANS para normatizar o tráfego de dados do setor de saúde privada no Brasil.

Para que serve o padrão TISS?

O padrão TISS serve para que a mesma informação clínica e administrativa seja lida do mesmo jeito por qualquer operadora e qualquer prestador do país. O objetivo principal é eliminar a incompatibilidade entre sistemas e garantir agilidade, segurança e integridade no tráfego de dados operacionais.

A ANS aponta quatro finalidades para o padrão TISS:

  • Padronização das ações administrativas: elegibilidade, autorização, cobrança e recurso de glosa usam a mesma estrutura de mensagem em todo o país.
  • Acompanhamento do setor: as operadoras enviam mensalmente à agência os dados de atendimento, e essa base alimenta o monitoramento econômico e assistencial.
  • Interoperabilidade entre sistemas de informação em saúde, na direção recomendada pela ANS e pelo Ministério da Saúde.
  • Redução da assimetria de informação para o beneficiário, que passa a ter registro padronizado do que foi solicitado, autorizado e executado.

Quem precisa utilizar o padrão TISS?

O uso do padrão TISS é obrigatório para todos os agentes atuantes na saúde suplementar brasileira, conforme determinação legal da ANS. A regra aplica-se integralmente às relações comerciais e operacionais entre operadoras de planos de saúde e os estabelecimentos credenciados de sua rede assistencial.

Entre os principais estão:

  • Hospitais, maternidades e pronto-socorros;
  • Clínicas especializadas e consultórios médicos;
  • Laboratórios de análises clínicas e centros de diagnóstico por imagem;
  • Cooperativas médicas e operadoras de planos de saúde;
  • Empresas de atendimento domiciliar (home care) e serviços de resgate.

Quais são os componentes do padrão TISS?

O padrão TISS tem cinco componentes e a ANS versiona cada um separadamente. A versão do padrão é a combinação das cinco, o que explica por que uma competência traz terminologia nova sem mexer na estrutura das mensagens.

Infográfico apresenta os cinco componentes do padrão TISS: organizacional, conteúdo e estrutura, representação de conceitos, comunicação, segurança e privacidade. Cada componente reúne elementos específicos, como processos, códigos TUSS, schemas XML, validação e requisitos de segurança, conforme a ANS.

A tabela abaixo detalha a função de cada um dos cinco componentes do padrão TISS:

Componente TISSFunção Principal
1. OrganizacionalEstabelece as regras operacionais, os fluxos de envio e o faturamento das guias entre prestadores e operadoras.
2. Conteúdo e EstruturaDefine a arquitetura do modelo lógico, detalhando os campos obrigatórios de cada guia TISS.
3. Representação de ConceitosUnifica os termos médicos e administrativos por meio de tabelas estruturadas, incluindo a TUSS.
4. Segurança e PrivacidadeDetermina diretrizes de proteção de dados, autenticação e conformidade com a LGPD.
5. ComunicaçãoEspecifica os protocolos de transmissão de dados via internet e a linguagem XML utilizada.

Qual é a diferença entre TISS e TUSS?

Infográfico compara TISS e TUSS. A TISS define a estrutura das mensagens e o padrão de troca de informações para autorização e pagamento. Já a TUSS padroniza os códigos de procedimentos e preenche os campos da guia. Um código válido não garante cobertura.

O TISS define a estrutura do documento eletrônico, e a TUSS define o vocabulário que preenche os campos. A TUSS é parte do padrão TISS, e não um padrão concorrente.

Pode-se considerar o TISS como a estrutura do envelope e a rota de entrega, e a TUSS como a codificação do item transportado. O TISS organiza a arquitetura do arquivo XML e os fluxos de envio, enquanto a TUSS padroniza os nomes e códigos dos serviços médicos.

A consolidação dessas duas diretrizes impede que uma mesma cirurgia ou exame receba nomes e códigos diferentes entre operadoras distintas. Isso traz transparência para a precificação e facilidade para a auditoria de contas hospitalares.

O que são as guias TISS?

As guias TISS são os documentos padronizados que registram cada evento entre prestador e operadora: a solicitação de um procedimento, a autorização concedida, o atendimento realizado e a cobrança correspondente. Além disso, cada guia TISS possui um layout específico adaptado à natureza do atendimento prestado, seja uma consulta eletiva, uma solicitação de exames ou uma internação complexa.

Quais são os principais tipos de guia TISS?

Os principais tipos de guia TISS correspondem aos modelos operacionais definidos pela ANS para registrar diferentes procedimentos e fases do atendimento assistencial. Usar o modelo correto para cada tipo de serviço é requisito indispensável para o aceite e processamento da conta médica.

Guia de Consulta

A Guia de Consulta TISS registra e cobra a consulta eletiva em consultório, sem procedimento associado. É a mais simples do padrão e a única que não se vincula a nenhuma outra.

Guia de Serviço Profissional / Serviço Auxiliar de Diagnóstico e Terapia (SP/SADT)

A Guia SP/SADT cobre exames, terapias, procedimentos ambulatoriais e consultas com procedimento em paciente não internado. É a de maior volume em laboratórios e serviços de diagnóstico, e a que identifica cada profissional participante.

Guia de Solicitação de Internação

A Guia de Solicitação de Internação é destinada a solicitar a autorização prévia junto à operadora para internações hospitalares eletivas ou de urgência. Ela exige o detalhamento do caráter da internação, a indicação clínica, a hipótese diagnóstica e a previsão do tempo de permanência.

Guia de Resumo de Internação

A Guia de Resumo de Internação cobra a internação concluída, com diárias, taxas, materiais, medicamentos e procedimentos executados. Quando a instituição remunera a equipe, os honorários entram nela também.

Guia de Honorário Individual

A Guia de Honorário Individual cobra o profissional que atuou na internação e não recebe do hospital. Ela se vincula sempre à guia de solicitação de internação, e volta rejeitada quando a senha informada diverge da senha da internação.

Guia de Tratamento Odontológico

A Guia de Tratamento Odontológico autoriza e cobra procedimentos com registro por dente, face e região. Ela admite o comprovante presencial, que confirma a presença do beneficiário, e o anexo de situação inicial, que documenta o quadro anterior ao tratamento.

Como funciona o TISS na prática?

O ciclo do TISS vai do atendimento ao crédito em conta, em oito etapas encadeadas:

  1. Atendimento: o beneficiário é atendido, com autorização prévia, quando o procedimento exige.
  2. Registro: dados do beneficiário, do prestador, do profissional executante e do que foi realizado entram no sistema.
  3. Codificação: cada procedimento, material, medicamento e taxa recebe o código da terminologia vigente.
  4. Geração da mensagem: o sistema monta a guia e a insere em um lote, no formato do componente de conteúdo e estrutura.
  5. Envio à operadora: o lote segue por webservice ou portal, e a operadora devolve o protocolo de recebimento.
  6. Validação: a operadora confere estrutura, campos obrigatórios, elegibilidade e autorização, e rejeita o que não passa.
  7. Retorno: a operadora devolve o demonstrativo de análise de conta, com o resultado item a item e o motivo de cada recusa.
  8. Faturamento e recebimento: o demonstrativo de pagamento fecha o ciclo com o valor pago e a data do crédito.

O que é XML TISS?

O XML TISS é o arquivo em que a mensagem trafega entre o sistema do prestador e o da operadora. O arquivo XML TISS é projetado para leitura e processamento automatizado por computadores. Ele permite que os sistemas das operadoras recebam centenas de contas médicas simultaneamente e façam a validação instantânea das regras de cobertura. 

O XML (Extensible Markup Language, linguagem de marcação extensível) organiza a informação em campos identificados, e é isso que permite validar cada dado sem intervenção humana.

Veja um exemplo a seguir:

Exemplo de XML

Qual é a diferença entre guia TISS e XML TISS?

A guia é o conteúdo e o XML é o formato em que esse conteúdo viaja: a tela que a recepção preenche e o trecho de arquivo que o sistema transmite carregam a mesma informação, uma legível por pessoas e outra por máquinas.

Como o TISS se relaciona com o faturamento médico?

O faturamento médico depende do TISS porque é ele que transporta a cobrança até a operadora. O trabalho só termina quando o demonstrativo de pagamento chega e o valor entra na conta da instituição, e não quando o lote sai.

O TISS prevê três retornos entre o envio e o crédito: o protocolo confirma a entrada do lote, o demonstrativo de análise separa o que a operadora acatou do que recusou, e o demonstrativo de pagamento traz o valor liquidado e a data. Quem acompanha o faturamento pelo primeiro documento acredita ter faturado tudo o que enviou.

O que é glosa TISS?

A glosa TISS é o cancelamento ou a recusa total ou parcial de uma cobrança médica realizada pela operadora de plano de saúde. A glosa ocorre quando a auditoria do convênio identifica inconsistências administrativas, técnicas ou assistenciais nos arquivos XML ou nas guias enviadas pelo prestador.

As glosas dividem-se em três categorias principais:

  • Glosas administrativas: causadas por erros de digitação, falta de autorização prévia, carteira inválida ou perda de prazos de envio;
  • Glosas técnicas: ocorrem por questionamentos da auditoria médica sobre a pertinência de exames, medicamentos ou tempo de internação;
  • Glosas lineares: aplicadas por divergências no valor de tabelas de procedimentos, materiais, medicamentos ou taxas contratuais.

A glosa inicial média dos hospitais foi de 15,93% em 2025, e a glosa aceita, aquela que a instituição deixa de recuperar depois do recurso, ficou em 1,72%. A distância entre os dois números mede o retrabalho: quase toda recusa inicial é revertida, e o dinheiro entra semanas à frente da data prevista.

Quais erros podem aumentar o risco de glosas?

Os principais erros que geram rejeições e glosas incluem:

  • Número da carteira do beneficiário digitado incorretamente ou com validade expirada;
  • Ausência do número do código de autorização (senha) concedido pela operadora;
  • Incompatibilidade entre o procedimento executado e o código digitado na Tabela TUSS;
  • Cobrança de materiais ou medicamentos sem registro de fracionamento ou nota fiscal vinculada;
  • Envio do lote contendo arquivo XML formatado em versão do TISS desatualizada.

Como reduzir erros e glosas relacionadas ao TISS?

A redução de rejeição TISS e de glosa depende de dez rotinas encadeadas, do cadastro ao indicador:

  1. Utilize a competência vigente do padrão e programe a migração dentro do prazo de adequação publicado pela ANS.
  2. Atualize tabelas e terminologias a cada competência publicada, incluindo a tabela TUSS e as tabelas de domínio.
  3. Valide cadastros de beneficiário, prestador e profissional executante antes do atendimento, e não no fechamento.
  4. Padronize o preenchimento entre unidades, para que a mesma guia saia igual em qualquer recepção.
  5. Automatize a validação do arquivo XML antes do envio, apontando campo obrigatório vazio e código inválido.
  6. Integre atendimento, faturamento e financeiro na mesma base, para que o valor cobrado chegue ao contas a receber.
  7. Monitore os retornos das operadoras diariamente, incluindo protocolos sem demonstrativo correspondente.
  8. Registre o motivo de cada glosa pelo código informado, sem agrupar tudo em uma categoria genérica.
  9. Analise a reincidência por operadora, unidade e tipo de guia, para separar erro de processo de divergência contratual.
  10. Crie indicadores com meta e responsável, revisados no ritmo do fechamento mensal.

Qual é a versão atual do padrão TISS?

A versão atual do Padrão TISS é divulgada oficialmente no portal da ANS, devendo ser verificada periodicamente pelas equipes de tecnologia e faturamento. Até a data de publicação deste texto, a versão mais recente do componente de comunicação do Padrão TISS é a 4.03.00, exigida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a partir de julho de 2026.

Como saber se minha operação está adequada ao TISS?

Para saber se a sua operação está adequada ao Padrão TISS, a gestão da instituição de saúde deve realizar uma auditoria completa nos processos assistenciais, tecnológicos e financeiros. O alinhamento das rotinas evita perdas financeiras e assegura o cumprimento integral das exigências regulatórias.

Considere a lista de verificação abaixo para avaliar o nível de maturidade e conformidade da sua operação de faturamento:

Checklist para avaliar se a operação de faturamento está atualizada com o padrão TISS. Apresenta critérios de conformidade, como atualização da TUSS, validação XML e monitoramento de comunicados da ANS, além de práticas de gestão de recebimentos, controle de glosas e integração com contas a receber.

Quais indicadores acompanhar no faturamento de convênios?

Dez indicadores dão a leitura completa do faturamento de convênios, do que saiu na conta ao que entrou no caixa:

IndicadorO que mostraQuando acende o alerta
Valor faturadoTotal enviado às operadoras na competênciaQueda sem redução de atendimento
Valor recebidoTotal efetivamente creditadoDistância crescente do valor faturado
Contas pendentesFaturado sem retorno ou sem pagamentoVolume que cresce mês a mês
Prazo médio de recebimentoDias entre o envio e o créditoAumento sem mudança contratual
Índice de glosaPercentual recusado sobre o faturadoAlta concentrada em uma operadora
Valor glosadoMontante recusado no períodoCrescimento acima do faturamento
Recuperação de glosasPercentual revertido após recursoQueda com o mesmo esforço de recurso
Recebimentos por operadoraDistribuição do que entra por convênioConcentração em poucos pagadores
Inadimplência e atrasoTítulos vencidos por operadoraReincidência do mesmo convênio
Contas por statusVolume parado em cada etapa do cicloAcúmulo em uma etapa específica

Como integrar TISS e gestão financeira?

A integração entre TISS e gestão financeira acontece quando cada valor faturado vira um título no contas a receber, com operadora, competência, valor cobrado, valor glosado e data prevista de crédito.

Por outro lado, quando o sistema assistencial opera isolado da controladoria financeira, a instituição perde o controle sobre a conciliação bancária dos repasses. Então, erros de tarifas, descontos indevidos e glosas não identificadas passam despercebidos, comprometendo as demonstrações contábeis e fiscais.

A unificação dos dados permite prever as entradas financeiras com base nas datas de liquidação informadas nas guias. Além disso, facilita o controle de despesas da operação ao correlacionar o custo de materiais e medicamentos consumidos com a receita faturada por convênio.

Como a Sankhya apoia hospitais, clínicas e laboratórios?

A Sankhya, plataforma de gestão empresarial apoia hospitais, clínicas e laboratórios no back-office financeiro: quanto foi faturado, quanto entrou, o que segue pendente e qual o efeito disso no caixa e no resultado. As guias TISS continuam saindo do sistema assistencial.

Num prestador sem ERP ligado ao faturamento de convênios, o valor cobrado mora no sistema assistencial, o crédito no extrato bancário, a glosa numa planilha de recurso e o resultado numa apuração que fecha semanas depois. Cada número existe, e nenhum deles está pronto no dia em que a diretoria pergunta.

O ERP para saúde da Sankhya reúne faturamento, recebimento, pendência e resultado no mesmo ambiente:

  • Contas a pagar e a receber na mesma base, com o valor faturado por operadora e a posição do que segue pendente.
  • Conciliação dos créditos recebidos contra os demonstrativos de pagamento, para expor a diferença entre cobrado e pago.
  • Projeção de fluxo de caixa alimentada pelos prazos reais de cada convênio, e não pelo prazo do contrato.
  • Gestão por centro de resultado, com receita e custo por unidade, especialidade ou serviço.
  • Compras, estoque e controle de despesas no mesmo ambiente, incluindo materiais e medicamentos que entram na conta.
  • Painéis e indicadores com o BIA, a inteligência artificial embarcada no ERP Sankhya, que responde sobre a base em linguagem natural.

O Sankhya Tax, inteligência tributária nativa da Sankhya, mantém as regras fiscais dos documentos que a instituição emite, o que pesa em redes com unidades em municípios e estados diferentes.

A Sorrifácil, rede de clínicas odontológicas, mostra o alcance disso em escala: com o ERP Sankhya, a rede levou 109 clínicas para o mesmo modelo de gestão, com cadastro, faturamento e financeiro sob um único padrão.

Serviços: como a Sorrifácil padronizou 109 clínicas com tecnologia e gestão via ERP 

Quer enxergar quanto foi faturado, quanto entrou e quanto está parado em cada operadora? Conheça o back-office integrado da Sankhya.

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Perguntas frequentes sobre TISS

TISS é a sigla de Troca de Informação de Saúde Suplementar. O termo aparece no menu do sistema que emite as guias, no portal em que a operadora recebe os lotes e nos comunicados da ANS que anunciam nova competência.

O padrão TISS foi criado e regulamentado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O órgão governamental gerencia a norma no Brasil para padronizar as transações administrativas e assistenciais do setor de saúde privada.

O TISS serve para padronizar o envio de guias, autorizações e faturamentos entre estabelecimentos de saúde e planos de saúde. A padronização reduz falhas operacionais, agiliza a análise de processos e amplia a transparência nas negociações.

Sim, o cumprimento do padrão TISS é obrigatório para todos os prestadores e operadoras da saúde suplementar no Brasil. A exigência é determinada por resoluções normativas da ANS para qualquer transação efetuada via convênio.

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